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sábado, 2 de julho de 2011

HOMENAGEM AO ANIVERSÁRIO DE NOSSO PARCEIRO O AQUÁRIO MUNICIPAL DE SANTOS

 A ORGANIZAÇÃO SÓCIO AMBIENTAL MIRATERRA VEM ATRAVÉS DESTE POST HOMENAGEAR NOSSOS PARCEIROS DO AQUÁRIO MUNICIPAL DE SANTOS NA DATA DE SEU ANIVERSÁRIO!



O Aquário Municipal de Santos, o mais antigo do país, é o parque mais procurado da cidade e o segundo mais visitado do Estado, com cerca de 500 mil visitantes por ano, número só superado pelo Zoológico de São Paulo.   


Inaugurado a 2 de julho de 1945, com a presença de Getúlio Vargas, então Presidente da República, o Aquário Municipal de Santos foi uma iniciativa do Prefeito Antonio Gomide Ribeiro dos Santos. Com 1.000 m2 de área e 50 tanques, foi o primeiro e maior aquário brasileiro, figurando como tal no Guiness Book de Records, em 1995.

  Em 1997 o Aquário sofreu uma reforma: perdeu tanques, mas ganhou um auditório e mais espaço para o setor técnico. Até julho de 2004, o Aquário possuía 35 tanques com capacidade para mais de 200 mil litros de água, onde viviam cerca de 70 espécies diferentes, num total de 300 animais.   


Em 16 de agosto de 2004, o Aquário fechou para uma grande reforma e ampliação, em obra prevista inicialmente para o período de 4 meses, a um custo orçado em R$ 2,5 milhões em recursos do Dade (Departamento de Apoio e Desenvolvimento das Estâncias). O lobo-marinho foi transferido para o Orquidário Municipal, onde foi acomodado no lontrário até o final das reformas.

 
O novo Aquário reabriu em 26 de janeiro de 2006, em festa de inauguração com a presença do Governador Geraldo Alckmin e do Prefeito João Paulo Tavares Papa. 2006 - O novo Aquário.  


Externamente, o antigo prédio foi remodelado, procurando manter suas características arquitetônicas originais. Ele fica como porta de entrada do parque, tendo recebido uma cobertura e rampa de acesso para deficientes na entrada.
 
Alguns degraus formam uma pequena arquibancada, para atividades educacionais e ambientais. Uma nova bilheteria é interligada com a entrada principal por uma passarela coberta. Na parte acima da laje foram criados novos espaços, onde foram construídos sanitários, inclusive um com acessibilidade, e uma área de segurança.


Dentro, o antigo auditório foi modernizado e ampliado, ganhando mais 15 m² e aumentando a sua capacidade para 56 pessoas. A antiga área circular do lobo marinho foi transformada em um grande tanque oceânico, o tanque das tartarugas foi duplicado e os três tanques de água doce foram unificados em um grande tanque amazônico.  


Ao lado do antigo prédio foi construído um prédio anexo com dois pavimentos, aumentando a área construída de 1.098 m² para 3.223 m², sendo 2.214 m² abertos para visitação pública e o restante reservado para os serviços funcionais do parque. Duas passarelas fazem a ligação entre os dois edifícios, uma para o trânsito dos visitantes e a outra exclusiva para os funcionários.


No novo prédio, o pavimento superior foi reservado às atividades técnicas e de pesquisa desenvolvidas pela equipe de profissionais do parque. O pavimento térreo se divide em três setores, dois para visitação e um destinado a serviços funcionais do parque. Ali foi construído um grande tanque para os pinguins, que passaram de 10 para cerca de 40 espécimes, um tanque de toque, um tanque de carpas e o maior recinto do aquário, destinado ao lobo-marinho. Um terceiro setor recebeu uma loja de souvenirs, um tanque de reabilitação e espaços funcionais.
 

A iluminação foi ampliada com a instalação de refletores maiores. Nos tanques, as lâmpadas de vapor metálico facilitam a visualização.
 
Os dois prédios receberam nova comunicação visual, com painéis de identificação dos peixes.
Das 70 espécies e quase 700 animais que abrigava, o Aquário agora tem 150 espécies e cerca de 4 mil animais, desde pequenos invertebrados até mamíferos marinhos.      


As instalações dos animais seguem rigorosamente as normas e exigências do IBAMA e toda a área dos tanques é servida por um corredor interno para acesso dos técnicos e tratadores. O complexo foi totalmente climatizado, com temperaturas especiais para o setor dos pinguins e lobo marinho.
 
No total, são 31 tanques com 1,3 milhão de litros de água doce e salgada, tratadas por 25 bombas de filtragem, sendo 6 delas exclusivas para o tanque do lobo marinho. Uma grande turbina de ar-comprimido, ligada a todos os tanques, é responsável pela oxigenação da água. Uma moderna subestação elétrica alimenta as bombas e um gerador de emergência garante a sobrevivência dos animais em caso de falta de energia.         


Cenografia reproduz habitats naturais.  Todos os tanques e aquários receberam cenografias que reproduzem os habitats naturais dos animais. Nos tanques de água doce, foram criados ambientes de fundo de rio, com galhos, folhagens, raízes e barrancos. Os peixes de água salgada nadam em ambientes rochosos. O tanque oceânico reproduz o fundo da costa brasileira.  


No tanque das moréias, que preferem ficar escondidas, foram utilizados canos de PVC para criar fendas rochosas. O tanque amazônico reproduz uma floresta inundada e os recintos do lobo-marinho e dos pinguins receberam a paisagem rochosa da Patagônia. Um ambiente que ficou bastante diferente é o tanque dos peixes asiáticos. Com as "ruínas" de um templo submerso da Ásia, é o único que não representa um ambiente natural.



O trabalho artístico de cenografia foi idealizado pelo cenógrafo Renato Ribeiro, com a ajuda da equipe técnica do Aquário e pesquisas de foto. Para confeccionar as cenografias, Ribeiro trabalhou com seis artistas, especialistas em modelagem, escultura e pintura, que utilizaram resina, fibra de vidro, pó de areia, tinta atóxica, cimento, PVC e outros materiais.


Para os tanques maiores, como o dos pinguins, o recinto do lobo marinho e os tanques oceânico e amazônico, o cenógrafo construiu miniaturas do ambiente a ser reproduzido, a fim de facilitar a discussão do projeto com as equipes do Aquário e da empreiteira contratada para a obra.


Painéis conscientizam para a Ecologia.  Em maio de 2008, as paredes externas do Aquário receberam dois murais elaborados pelo artista plástico e ambientalista norte-americano Robert Wyland. O artista é conhecido mundialmente pelo seu trabalho de conscientização ecológica focado na vida marinha. Até então, Wyland executara 97 painéis em várias cidades ao redor do mundo e os de Santos, retratando animais marinhos, constituem a primeira obra do artista em toda a América do Sul.

O Aquário de Santos pratica a máxima de que: “só protege quem conhece"

       Até chegar ao estágio que hoje se encontra, o Aquário de Santos percorreu um longo tempo de aprendizagem, aperfeiçoando-se com o passar dos anos.
       
Freqüentado inicialmente como um simples espaço de passeio, usado como cenário de casais em lua-de-mel e imediatamente incorporado a suas melhores lembranças, o aquário de Santos foi adquirindo um novo perfil: Treina estudantes e técnicos, gera conhecimento cientifico e o difunde de forma acessível a crianças, pesquisadores, universitários, pescadores e ao publico em geral.
      
Localizado em uma das regiões mais apropriada para o estudo ambiental, nos domínios da Mata Atlântica, num pedaço do litoral brasileiro que sofreu uma grande série de impactos ambientais( instalação do pólo industrial de Cubatão e um longo período, já superado, de praias não balneáveis ), o Aquário de Santos tornou-se depositário e mostruário de um ambiente sob risco, tornando-se uma vitrine que expõe organismos a salvo da degradação.
      
É assim que o Aquário de Santos permite ao visitante perceber a riqueza da biodiversidade da vida aquática propiciando condições didáticas especiais, já que estão mutuamente e que dificilmente são vistas em situações naturais.
       
Porém, os cuidados não cessam com a exposição desses seres: Os técnicos procuram criar, para exposições, um ambiente mais próximos da situação em que se encontra na natureza.
       
Acrescentando-se a isso uma enorme preocupação em proporcionar, para crianças, cursos específicos os quais as informações são transmitidas em linguagem apropriada, usando também recursos didáticos como jogos, encenações e visitas, que permitem um maior envolvimento com os assuntos em um aprendizado bastante agradável e estimulante.
       
Junta-se a isso uma biblioteca técnica em permanente expansão, aberta aos visitantes, com o acervo dirigido ao mundo aquático e seus habitantes. Escolares, universitários e leigos tem ali a possibilidade consultar publicações e textos especializados, não disponíveis na maioria das bibliotecas do país. Mais isso não basta. Nos últimos anos, o Aquário de Santos tem funcionado com um ponto de recepção de animais silvestres sob o risco de vida: Lobos Marinho, Atobás, Pingüins, focas e mais recentemente tartarugas marinhas são coletadas desde o litoral do Espírito Santo até Santa Catarina e enviadas( por particulares ou órgãos ambientais) ao Aquário de Santos para tratamento veterinário especializado. Em muitos casos, o sucesso dos cuidados permite que o animal seja reintroduzido ao seu habitat natural.
      
Essa demanda fez com que a prefeitura de Santos criasse um setor de veterinária, com profissional especializado, dotado de recintos de quarentena e aparelhado para a realização de pequenas cirurgias.
       
Constantemente procurado para esses socorros, o Aquário de Santos tornou-se uma referencia, enviando a universidades e instituições que pesquisa os animais vivos, peças biológicas e informações que tem contribuído para o trabalho desses órgãos.
       
Soma-se a esse convívio com universidades a realização de pesquisas em ambientes naturais ou com organismos para o Aquário de Santos.
       
Essas pesquisas resultaram na publicação de trabalhos apresentado em congressos, simpósios e outros eventos científicos.


Protegendo o meio ambiente quando isso ainda ao era moda: Mais de meio século de trabalho pela natureza.

       
Em mais de cinqüenta anos, cerca de 800 exemplares de espécies raras e interessantes, entre peixes, aves e mamíferos. Nesse espaço do mundo aquático, o Aquário Municipal de Santos apresenta uma gama de atrações que habitam os ambientes naturais de água doce e salgada de diversas partes do mundo.
       
A beleza, a elegância ou a extravagância desses seres fazem de sua observação o êxtase de todo visitante que passa pelo Aquário de Santos, um cenário intimamente ligado as melhores recordações que tem o privilegio de conhecer e viver a nossa cidade. Lindas e reluzentes espécies movimentam-se pelos tanques, construídos de forma a oferecer a mais realista impressão dos habitats naturais dos animais expostos, propiciando assim um ambiente ideal a seus moradores.
       
É impressionante a quantidade de vida existente no mundo aquático, um ecossistema pouco conhecido, onde animais e plantas com suas variações de cores formas e tamanhos, criam um universo próprio, diferente do dia-a-dia das pessoas.
       
Muito desses seres, preservados pelo Aquário de Santos, estão expostos e são explicados para um publico que, hoje, já aprendeu a dar valor a necessidade de proteger a fauna e a flora do planeta.


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